Administra o teu Blog

Cria o teu Blog Já! Fácil e Grátis

Coloque Sua Empresa Nesta Idéia 031 38254539 raphaelgoncalvescamargo@hotmail.com

Central de Atendimento

raphaelgoncalves — 23-12-2008 GTM 1 @ 17:03

atendento.jpgDeixe Sua Pergunta ou Sugestão Na cessão de Comentarios,Que Dentro De 7 Dias Entraremos em Contato:

Nome Telefone Email

Em Breve um Msn De Relacionamento com o contribuinte 24hs por Dia.

Você Falará Direto com os Nossos Atendentes,Esclarecer Dúvidas e Muito Mais. Aguarde!!!!


Site certificado
voos

Onde vai Minha Contribuição?

raphaelgoncalves — 23-12-2008 GTM 1 @ 16:42

Em Breve Você Saberá Quais são as Ongs que Faram Parceria com O Nosso Projeto de Vida.

São Ongs Capacitadas e Serias,Você terá o Site,Telefone e Endereço,ou Seja

Você Saberá Aonde Vai A Sua Doação.

O Que Doar?

O Projeto de Vida de Forma Nenhuma Pede Quantias em Dinheiro,

Mais sim,Alimentos não Perecíveis Que Serão Doados Para Tais Instituições.

Porque Devo Ajudar

raphaelgoncalves — 23-12-2008 GTM 1 @ 01:31 Tags:

2-criancas.jpg A desnutrição é uma desordem nutricional que resulta da falta de alimentos ou da quantidade de alimentos apropriados, por um período longo.

Nas situações de fome, a desnutrição pode afligir dezenas de milhares de pessoas. Isso acontece, por exemplo, com pessoas que fogem em meio a guerras, sem tempo ou capacidade de levar alimentos, ou quando pragas ou secas impossibilitam a colheita para populações essencialmente agrícolas.

Quando não há o que comer o corpo entra num ciclo vicioso: a falta de
alimentação gera falta de energia e fadiga. Ao perder as forças, a pessoa deixa de se mexer, de falar, e os mecanismos reguladores da fome deixam de funcionar: não se tem mais a sensação de fome ou sede, e o estômago se atrofia. Aos poucos se perde o contato com o mundo. A desnutrição severa pode provocar falência dos órgãos, anemia, infecção generalizada e outras patologias graves.

Se Pergunte,Porque Tanta Miséria.

O que é a fome ?

A fome é a escassez de alimentos que, em geral, afeta uma ampla extensão de um território e um grave número de pessoas.

A fome no mundo

  • Cerca de 100 milhões de pessoas estão sem teto;
  • 1 bilhão de analfabetos;
  • 1,1 bilhão de pessoas vivem na pobreza, destas, 630 milhões são extremamente pobres, com renda per capta anual bem menor que 275 dólares;
  • 1,5 bilhão de pessoas sem água potável;
  • 1 bilhão de pessoas passando fome;
  • 150 milhões de crianças subnutridas com menos de 5 anos (uma para cada três no mundo);
  • 12,9 milhões de crianças morrem a cada ano antes dos seus 5 anos de vida;
  • No Brasil, os 10% mais ricos detêm quase toda a renda nacional.

fjf.jpgCausas da Fome

Causas naturais:

  • Clima;
  • Seca;
  • Inundações;
  • Terremotos;
  • As pragas de insetos e as enfermidades das plantas.

Causas humanas:

  • Instabilidade política;
  • Ineficácia e má administração dos recursos naturais;
  • A guerra;
  • Os conflitos civis;
  • O difícil acesso aos meios de produção pelos trabalhadores rurais, pelos sem-terras ou pela população em geral;
  • As invasões;
  • Deficiente planificação agrícola;
  • A injusta e antidemocrática estrutura fundiária, marcada pela concentração da propriedade das terras nas mãos de poucos;
  • O contraste na concentração da renda e da terra num mundo subdesenvolvido;
  • A destruição deliberada das colheitas;
  • A influência das transnacionais de alimentos na produção agrícola e nos hábitos alimentares das populações de Terceiro Mundo;
  • A utilização da "diplomacia dos alimentos" como arma nas relações entre os países;
  • A relação entre a dívida externa do Terceiro Mundo e a deteriorização cada vez mais elevada do seu nível alimentar;
  • A relação entre cultura e alimentação.

Fome e pobreza.

Causas da fome crônica e desnutrição

  • Pobreza;
  • Distribuição ineficiente dos alimentos;
  • Reforma agrária precária;
  • Crescimento desproporcional da população em relação à capacidade de sustentação.

Fome infantil

Cerca de 5 a 20 milhões de pessoas falecem por ano por causa da fome e muitas delas são crianças.

Inanição infantil na Nigéria

Conseqüências da fome

As conseqüências imediatas da fome são a perda de peso nos adultos e o aparecimento de problemas no desenvolvimento das crianças. A desnutrição, principalmente devido a falta de alimentos energéticos e proteínas, aumentam nas populações afetadas e faz crescer a taxa de mortalidade, em parte, pela fome e, também, pela perda da capacidade de combater as infecções.

Classe dominante

Alterar essa situação significa alterar a vida da sociedade, o que pode não ser desejável, pois iria contrariar os interesses e os privilégios em que se assentam os grupos dominantes. É mais cômodo e mais seguro responsabilizar o crescimento populacional, a preguiça do pobre ou ainda as adversidades do meio natural como causas da miséria e da fome no Terceiro Mundo.

bwa.jpgO Brasil e a fome

O Brasil é o quinto país do mundo em extensão territorial, ocupando metade da área do continente sul-americano. Há cerca de 20 anos, aumentaram o fornecimento de energia elétrica e o número de estradas pavimentadas, além de um enorme crescimento industrial. Nada disso, entretanto, serviu para combater a pobreza, a má nutrição e as doenças endêmicas.

Em 1987, no Brasil, quase 40% da população (50 milhões de pessoas) vivia em extrema pobreza. Nos dias de hoje, um terço da população é mal nutrido, 9% das crianças morrem antes de completar um ano de vida e 37% do total são trabalhadores rurais sem terras.

Há ainda o problema crescente da concentração da produção agrícola, onde grande parte fica nas mãos de poucas pessoas, vendo seu patrimônio aumentar sensivelmente e ganhando grande poder político.

A produção para o mercado externo, visando à entrada de divisas e ao pagamento da dívida externa, vem crescendo, enquanto a diversidade da produção de alimentos dirigida ao mercado interno tem diminuído, ficando numa posição secundária. Ao lado disso, milhões de pessoas vivem em favelas, na periferia das grandes cidades, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, entre outras. O caso das migrações internas é um problema gerado dentro da própria nação. Grande parte dos favelados deixou terras de sua propriedade ou locais onde plantavam sua produção agrícola. Nos grandes centros, essas pessoas vão exercer funções mal pagas, muitas vezes em trabalho não regular. Quase toda a família trabalha, inclusive as crianças, freqüentemente durante o dia inteiro, e alimenta-se mal, raramente ingerindo o suficiente para repor as energias gastas. Nesse círculo vicioso, cada vez mais famílias se aglomeram nas cidades passando fome por não conseguir meios para suprir sua subsistência.

A fome continua a assolar África como uma praga e tudo parece conjugar-se para agravar a situação, um pouco por todo o continente.
Na Somália, país devastado por uma prolongada guerra civil, os confrontos reiniciaram e nessas circunstâncias prevê-se sempre o pior em matéria humanitária.
No Níger, a ameaça vem do país vizinho, a Nigéria, onde a fome grassa e a gripe das aves veio forçar o alastramento do problema além-fronteira. O impacto económico de uma crise neste importante sector, determinante nas trocas comerciais entre os dois países, faz surgir o espectro da fome em mais uma nação africana.
No Quénia, continuam os esforços para evitar o que parece inevitável. São milhões, os quenianos ameaçados pelas consequências da seca e mais gente faminta irá engrossar o contingente em aflição.
Angola enfrenta uma súbita epidemia de cólera que, caso não seja contida, poderá dar lugar às consequências que o final da guerra civil parecia ter afastado do horizonte da população angolana.

E ainda se somam casos “crónicos”, como o da Etiópia e o do Burundi, e outros “previsíveis”, como o do Zimbabué ou o da Costa do Marfim, ou “de estabilidade precária”, como no caso de Moçambique e da Namíbia, no rol de preocupações humanitárias sem fim para o continente mais martirizado do planeta.

A seca, a guerra e as doenças continuam a reclamar vidas aos milhões, num ritmo macabro a que o mundo não parece conseguir dar resposta.

Cada vez mais, cruzar os braços é sinónimo de indiferença perante este estado de coisas. E o fosso entre hemisférios não cessa de aumentar. Para nosso embaraço.

E com um custo moral no presente que começa a assumir contornos bem mais perturbadores no futuro próximo desta nossa civilização ocidental privilegiada.

Em Breve, Projeto de Vida 2009

raphaelgoncalves — 05-10-2007 GTM 1 @ 19:10

O Projeto de Vida 2009 já Está Sendo Preparado e Você Já Pode Ajudar!!!!!

Raphael Gonçalves

Presidente

Fome no mundo

raphaelgoncalves — 01-10-2007 GTM 1 @ 23:15

A fome no Mundo   FOME NO MUNDO

Raphael Gonçalves

                                Presidente do projeto de vida

Resolver o problema da fome
não depende só dos países em desenvolvimento

Em 1974, durante a Conferência Mundial sobre Alimentação, as Nações Unidas estabeleceram que “todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição...”. Portanto, a comunidade internacional deveria ter como maior objetivo a segurança alimentar, isto é, “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e ativa”.

E isso quer dizer:

  • acesso ao alimento: é condição necessária, mas ainda não suficiente;
  • sempre: e não só em certos momentos;
  • por parte de todos: não bastam que os dados estatísticos sejam satisfatórios. É necessário que todos possam ter essa segurança de acesso aos alimentos;
  • alimento para uma vida sadia e ativa: é importante que o alimento seja suficiente tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo.

Os dados que possuímos dizem que estamos ainda muito longe dessa situação de segurança alimentar para todos os habitantes do planeta.

Quais são as causas?

A situação precisa ser enfrentada, pois uma pessoa faminta não é uma pessoa livre. Mas é preciso, em primeiro lugar, conhecer as causas que levam à fome. Muitos acham que as conhecem, mas não percebem que, quando falam delas, se limitam, muitas vezes, a repetir o que tantos já disseram e a apontar causas que não têm nada a ver com o verdadeiro problema. Por exemplo:

A fome é causada porque o mundo não pode produzir alimentos suficientes. Não é verdade! A terra tem recursos suficientes para alimentar a humanidade inteira.

A fome é devida ao fato de que somos “demais”. Também não é verdade! Há países muito populosos, como a China, onde todos os habitantes têm, todo dia, pelo menos uma quantidade mínima de alimentos e países muito pouco habitados, como a Bolívia, onde os pobres de verdade padecem fome!

No mundo há poucas terras cultiváveis! Também não é verdade. Por enquanto, há terras suficientes que, infelizmente, são cultivadas, muitas vezes, para fornecer alimentos aos países ricos!

As verdadeiras causas

As causas da fome no mundo são várias, não podem ser reduzidas a uma só. Entre elas indicamos:

As monoculturas: o produto nacional bruto (pib) de vários países depende, em muitos casos, de uma cultura só, como acontecia, alguns anos atrás, com o Brasil, cujo único produto de exportação era o café. Sem produções alternativas, a economia desses países depende muito do preço do produto, que é fixado em outros lugares, e das condições climáticas para garantir uma boa colheita.

Diferentes condições de troca entre os vários países: alguns países, ex-colônias, estão precisando cada vez mais de produtos manufaturados e de alta tecnologia, que eles não produzem e cujo preço é fixado pelos países que exportam. Os preços das matérias-primas, quase sempre o único produto de exportação dos países pobres, são fixados, de novo, pelos países que importam.

Multinacionais: são organizações em condições de realizar operações de caráter global, fugindo assim ao controle dos Estados nacionais ou de organizações internacionais. Elas constituem uma rede de poder supranacional. Querem conquistar mercados, investindo capitais privados e deslocando a produção onde os custos de trabalho, energia e matéria-prima são mais baixos e os direitos dos trabalhadores, limitados. Controlam 40% do comércio mundial e até 90% do comércio mundial dos bens de primeira necessidade.

Dívida externa: conforme a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a dívida está paralisando a possibilidade de países menos avançados de importar os alimentos dos quais precisam ou de dar à própria produção agrícola o necessário desenvolvimento. A dívida é contraída com os bancos particulares e com Institutos internacionais como o Fundo Monetário e o Banco Mundial. Para poder pagar os juros, tenta-se incrementar as exportações. Em certos países, 40% do que se arrecada com as exportações são gastos somente para pagar os juros da dívida externa. A dívida, infelizmente, continua inalterada ou aumenta.

Conflitos armados: o dinheiro necessário para providenciar alimento, água, educação, saúde e habitação de maneira suficiente para todos, durante um ano, corresponde a quanto o mundo inteiro gasta em menos de um mês na compra de armas. Além disso, os conflitos armados presentes em muitos países em desenvolvimento causam graves perdas e destruições em seu sistema produtivo primário.

veja porque precisamos de sua ajuda!!!

raphaelgoncalves — 01-10-2007 GTM 1 @ 21:50

pesquisa de domingo do Datafolha, que deu o Lula com 48% de avaliação positiva. Vale a pena ver a divisão em que o país se encontra entre ricos e pobres, informados e ignorantes.

Escolaridade

Consideram o governo ótimo ou bom:
- 55% dos que têm ensino fundamental;
- 43% dos que têm ensino médio;
- 36% dos que têm ensino superior;
O que se vê acima? Uma diferença de 19 pontos entre os dois extremos.

Consideram o governo ruim ou péssimo:
- 11% dos que têm ensino fundamental;
- 16% dos que têm ensino médio;
- 29% dos que têm ensino superior
Nesse caso, têm-se uma diferença de 18 pontos entre os dois pólos

Consideram o governo regular:
- 32% dos que têm ensino fundamental;
- 41% dos que têm ensino médio;
- 34% dos que têm ensino superior

Por que a média continua muito favorável ao presidente? Simples. Eis o perfil da população segundo a escolaridade:
- Têm até o ensino fundamental: 48,5%
- Têm ensino médio: 40,3%
- Têm ensino universitário: 11,2%

Ora, embora a rejeição ao governo Lula entre os que têm curso superior seja de 29%, esse grupo representa apenas 11,2% do total. Agora, um dado óbvio. Vejam essas mesmas categorias confrontadas com a pergunta: ‘Viaja de avião?” Disseram “sim”:
- 4% dos que têm ensino fundamental;
- 8% dos que têm ensino médio;
- 31% dos que têm ensino superior.

Renda

Consideram o governo ótimo ou bom
- 52% dos que têm renda até cinco mínimos;
- 39% dos que ganham de cinco a dez;
- 32% dos que ganham mais de dez.
Nada menos de 20 pontos de diferença ente os extremos.

Consideram o governo ruim ou péssimo:
- 12% dos que têm renda até cinco mínimos;
- 19% dos que ganham de cinco a dez;
- 32% dos que ganham mais de dez.

Acham que o governo é regular:
- 35% dos que têm renda até cinco mínimos;
- 42% dos que ganham de cinco a dez;
- 36% dos que ganham mais de dez.

De novo, a questão: por que a média da popularidade de Lula continua muito positiva? Porque:
- Ganham até cinco mínimos nada menos de 77,2% dos trabalhadores;
- Apenas 10% ganham entre cinco a dez;
- Ridículos 7,5% ganham mais de dez

Nesse caso, quem anda de avião?
- 4% dos que ganham até cinco mínimos;
- 16% dos que ganham entre cinco e dez;
- 39% dos que ganham mais de dez

Ajudar é Preciso!

raphaelgoncalves — 01-10-2007 GTM 1 @ 21:00

Ajudar é Preciso Ajudar é Preciso!Ajudar é Preciso
Ajude ao projeto de vida salvar muitas vidas!
da fome e da severa pobresa!!!!



Site certificado
voos

2009 O Ano que fará a Diferença 031 38254539 raphaelgoncalvescamargo@hotmail.com